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  • 06 Jul 2020
Palácio Nacional de Queluz inaugurou exposição dedicada ao Canal dos Azulejos
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Desde 4 de julho, a visita aos Jardins do Palácio Nacional de Queluz conta com um novo motivo de interesse. Trata-se de um projeto expositivo centrado na construção, na história e nas vivências associadas ao Canal dos Azulejos, um dos elementos emblemáticos destes jardins, que, na segunda metade do século XVIII, foram o cenário privilegiado das festas da Família Real.

Através dos cinco cubos que constituem a exposição, abordam-se vários temas ligados a esta construção, designadamente, “Os Jardins e as Festas”; “O Canal de Queluz”; “A Casa da Música”; “Os Azulejos” e “As Cheias”.

O Canal dos Azulejos, onde o Rio Jamor atravessa a propriedade do Palácio, é uma obra de engenharia de Mateus Vicente, iniciada em 1752, e constitui um dos expoentes máximos da forte carga cénica que caracteriza os Jardins do Palácio Nacional de Queluz. Integra um polo lúdico importante, onde se edificaram espaços especificamente vocacionados para o lazer e entretenimento da Família Real e da corte, que incluíam a já desaparecida “Casa da Música”. A presente exposição explora aspetos destas vivências, animadas pelos passeios de gôndola no canal, pelo teatro, pelas caçadas, pelos serões musicais e literários, pelos bailes de máscaras, pelos jogos e pelas récitas ao ar livre.

Esta exposição insere-se no plano de ação geral de recuperação do Canal dos Azulejos, projeto que está em curso e que inclui parcerias com o LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil e com o Museu Nacional do Azulejo.

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