História

Em 1979 o Ministério da Agricultura cria a Escola Portuguesa de Arte Equestre com o objetivo de promover o ensino, a prática e a divulgação da Arte Equestre tradicional portuguesa. A Escola manteve-se temporariamente a funcionar na Sociedade Hípica Portuguesa, no Campo Grande, em Lisboa, realizando apresentações pontuais em Queluz desde 1984. Em 1996 foram construídas cavalariças nos Jardins do Palácio Nacional de Queluz, para onde a Escola se mudou e onde permanece sediada desde então, tendo inaugurado em julho de 2015 o renovado Picadeiro Henrique Calado, em Lisboa, onde realiza apresentações ao público.

A Escola Portuguesa de Arte Equestre é a sequência do que foi a Picaria Real, academia equestre da corte portuguesa encerrada no século XIX, que utilizava o Picadeiro Real de Belém que atualmente integra o Museu Nacional dos Coches.

Devido à prática continuada do toureio equestre foi conservado até hoje o mesmo tipo de cavalo utilizado no século XVIII, bem como a mesma equitação, os mesmos arreios e os mesmos trajes. A Escola Portuguesa de Arte Equestre recupera também os exercícios da equitação barroca, como os “ares altos”.

Todos os cavalos da Escola são inteiros, lusitanos, castanhos, provenientes da Coudelaria de Alter Real.

A Escola Portuguesa de Arte Equestre realiza apresentações regulares abertas ao público e espetáculos, tanto em Portugal, como no estrangeiro, constituindo um importante meio de divulgação do cavalo Lusitano e da cultura portuguesa.

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